A PRESENÇA FEMININA NO JORNALISMO BRASILEIRO | TR Revista

A PRESENÇA FEMININA NO JORNALISMO BRASILEIRO



 

José    Luiz    Soares    Viana*

 

            A sabedoria e a inteligência prevaleceram, quando o poeta afirmou  que   “mulher brasileira é feita de  amor ...”.

            Entendo também que esteja inserido nesta afirmação da realização divina o item beleza, externa  e/ou interna, dentre outros,  pois coube ao meio Jornalístico, mormente o brasileiro, conquistar o privilégio de possuir as mais belas mulheres do mundo no desempenho da profissão.

            Felizmente, a cada dia que passa a mulher vem conquistando o seu espaço na sociedade , através dos méritos,  de uma maneira ou de outra, e assim também  acontece no jornalismo.  Não é por acaso que são escolhidas quando detentoras das qualidades: beleza, inteligência e competência .

            Não faz muito tempo, a presença feminina no telejornalismo, ora como apresentadoras de noticiários,   programas de temas diversos,  esportivos,  ora como repórteres de campo, mormente cobrindo eventos esportivos, principalmente futebol,  era descartado esse toque feminino  pelos meios de comunicação.

            Aquele cenário árido que existia, ou seja, aquela rigidez masculina que dantes dominava o nosso visual, hoje é coisa do passado. Nos dias atuais,  os campos estão floridos, o cenário é mais alegre e a Comunicação se  regozija,  repito,  com beleza , inteligência e competência.

            Sem dúvida  elas chegaram pelas escolhas dos produtores e diretores objetivando,  acreditamos nós,  a conquista do público masculino,  para o crescimento dos índices de audiência.  Todavia,  nos diz  o dito  popular  “ que a justiça tarda mas não falha ...”  E o mérito prevaleceu !

            Nossas profissionais mostraram  que realmente são capazes , conquistaram e ocuparam o seu merecido lugar  e  evidenciaram que o equívoco cometido por aqueles produtores e diretores, se é que existiu, não foi  especulativo.

            Hoje, o  telejornalísmo  está alicerçado pela quantidade expressiva da atuação feminina.  Torna-se impossível apontarmos qual a melhor, ou quais as melhores profissionais.  É uma questão de juízo de valores.

            Eu me reporto, é mister salientar,  à  comunicabilidade das apresentadoras, das repórteres de campo e daquelas envolvidas em eventos esportivos.

            Não queiram os leitores compará-las aos analistas/comentaristas de futebol, entre os quais mencionamos   o Caio, o  Junior (ex-Flamengo), Casagrande, Edmundo, Neto e outros oriundos da prática do futebol . Eles analisam com conhecimento.

 

            Ainda assim,  já temos a oportunidade de assistir algumas analistas/comentaristas, em outras modalidades do esporte, tendo em vista tê-las praticado.  Logo, sabem  sobre o que comentam.

            Essa minha argumentação, é para clarear  as mentes dos nossos amigos leitores, que porventura venham  esperar que as nossas comunicadoras , em curto prazo, já se apresentem como  analistas/comentaristas de futebol.

            Calma, elas chegarão até lá  !

            Para finalizar,  seja matutino ou vespertino, tenho certeza de que você assistirá hoje ao seu telejornal  preferido  tendo na bancada   uma conceituada apresentadora.

            Se preferir um programa  sobre esportes, você,  leitor amigo, será envolvido positivamente pela maneira da apresentação das notícias pertinentes,  e ficará satisfeito, mesmo após uma derrota do clube do qual você  é torcedor. Isso sem  falar nas notícias da  meteorologia, que o prevenirá contra os maus tempos.

            Então meus amigos, estamos diante de mais uma “realidade”,  o Jornalismo Brasileiro mais uma vez de parabéns , e nada mais justo do que esse reconhecimento.

            Fico envaidecido com o Jornalismo do meu País.

             

                                         *  Advogado -  Psicólogo  - Jornalista