EZILMA TEIXEIRA RELEMBRA/CARNAVAL TRIRRIENSE | TR Revista

EZILMA TEIXEIRA RELEMBRA/CARNAVAL TRIRRIENSE



VALE A PENA VER DE NOVO (IV)

O LENDÁRIO GRES UNIDOS DA CAIXA DÁGUA

Célebre agremiação carnavalesca, nasceu como bloco a 1º de março de 1945, no bairro que lhe deu nome. Em 1946 o bloco foi transformado em escola de samba defendendo as cores azul e branca. Teve participação efetiva no carnaval de rua de Três Rios de 1946 a 1970 com grandes apresentações. De 1961 a 1970 apresentou um longo tempo de recesso, retornando à avenida em 1971 e, em mais um período de idas e vindas, em 1978 fez a sua última apresentação. A sempre querida e relembrada "Caixa Dágua", certamente foi o grande celeiro que abasteceu de grandes sambistas as entidades carnavalescas que surgiriam logo ao seu ocaso, principalmente o Bom das Bocas e o Bambas do Ritmo, escolas de samba que abrilhantam atualmente nossos desfiles carnavalescos.

Na foto acima,   um momento do passado da sempre lembrada azul e branco do bairro Caixa Dágua.

Foto 1 - Anos 50 - Integrantes da escola de samba após um desfile. Da esquerda para a direita: Célia Justino, Sebastião Dias, o " Alão ",um dos fundadores da agremiação, Nadir dos Santos, ladeados por duas meninas da ala de baianas.

Foto 2, na galeria abaixo - anos 70 - Petronilho de Oliveira, também um dos fundadores do "Caixa Dágua". Figura de muito destaque daquela agremiação , tinha a alta participação de supervisão geral para os desfiles, onde se apresentava como o seu grande intérprete dos sambas-enredo.

Petronilho de Oliveira, já bem idoso, ainda participava dos desfiles das agremiações atuais, inclusive foi agraciado com premiação do troféu Ziriguidum, como "Personalidade do Samba Trirriense". Hoje é reconhecido ícone dos desfiles carnavalescos de Três Rios. Faleceu há poucos anos atrás. Fotos - Acervo do extinto jornal O Cartaz, em seu Caderno de Cultura de dezembro / 79